Confiança.
Eita palavra complicada, não é mesmo? Depositar confiança em algo ou em alguém pode ser um passaporte só de ida para algo irreversível, e muitos de nós possuímos dificuldade em cuidar para que não caiamos em alguma cilada. Devemos ter muito cuidado para selecionarmos quem colocar para estar ao nosso lado, para nos defender em um tribunal, para partilhar um segredo, até para casar! E não seria diferente em nosso mundo jurídico.
Para que um caso seja julgado, precisamos de alguns elementos: um fato jurídico, que é o que se sucedeu, um acusado, um acusador, provas, e testemunhas. Mas vejamos bem, será que devemos confiar em todos esses elementos? Será que devemos confiar mesmo quando alguém diz “sou inocente” ou “fulano é culpado”? Isso nos causa uma sensação estranha, de insegurança. A resposta é simples: Cuidado. As testemunhas mentem, as provas podem ser burladas, nem tudo é o que parece ser.
No 3º episódio de HTGAWM, isso nos fica bem evidente. No caso mostrado no episódio, Annalise leva a sua cliente até uma possível testemunha para a defesa. Gabriel Shawn, preso 20 anos, ajudaria na defesa alegando que a ideia de bombardeio era somente sua e que a acusada não tinha participação na ideia do crime. E, no dia da audiência, Gabriel foi contra o que fora acordado com Annalise e depôs contra. Ou seja, ele deu a palavra que iria ajudar a mulher e no final acabou não ajudando. Dica número um: Não confie em testemunhas. Aliás, não confie em nada. Imagine só se todos os advogados e juízes confiassem em testemunhas?! Vários casos estariam em apuros.
Precisamos sempre manter um pé atrás com as pessoas ultimamente, infelizmente. Não só no meio jurídico, em nossa vida pessoal. Infelizmente não vemos os corações alheios, as intenções, muitas vezes nem conhecemos com quem estamos noivos, ou casados. Portanto aqui fica o meu conselho: Coloquem limites na confiança de vocês. Vigiem, e se perguntem de tudo, questionar não machuca!